Informação é coisa séria

Casos de síndrome respiratória aguda grave por Covid-19 em crianças representam 0,34% do total no Brasil

Dados foram apresentados pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros
Foto: Walterson Rosa/MS

Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por Covid-19 na faixa etária de 5 a 11 anos representam 0,34% do total registrado no Brasil de março de 2020 a dezembro de 2021. As informações foram apresentadas pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, durante audiência pública sobre a vacinação de crianças contra a Covid-19 no país, promovida pelo Ministério da Saúde.

Durante a apresentação, Medeiros mostrou que foram 6.324 casos de SRAG na faixa etária de 5 a 11 anos. Ao todo, 1,8 milhão de casos de síndrome respiratória aguda grave foram registrados no país no período. Em relação aos óbitos, o percentual é de 0,05% do total registrado, o que representa 311 óbitos em crianças. Ele destacou que a faixa etária acima de 90 anos é a que mais apresenta casos e mortes de SRAG por Covid-19 no período.

“É um prazer nós que fazermos ciência no Brasil estarmos sentados discutindo um assunto de extrema relevância. Estamos, sim, fazendo história no país, história da vigilância sanitária, da saúde pública no Brasil, e isso fortalece cada vez mais o SUS”, disse Medeiros, ao afirmar que a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) já produziu mais de 57 boletins epidemiológicos específicos para a Covid-19.

Disponível por 11 dias, a consulta pública colocou em discussão a inclusão de crianças no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). O objetivo foi informar a população sobre o tema e conhecer as dúvidas acerca da vacinação de crianças de 5 a 11 anos. Ao todo, cerca de 100 mil pessoas participaram da consulta pública e a maioria é contra a obrigatoriedade na imunização. Além disso, os resultados mostraram que a população concordou com a recomendação do Ministério da Saúde em priorizar as crianças com comorbidades.

Fonte: Ministério da Saúde

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