Pres. Tanc. Neves: APLB divulga nota de esclarecimento referente ás reivindicações de aumento do piso para a categoria


A APLB Sindicato, núcleo de Presidente Tancredo Neves, divulgou neste sábado (02/04), uma nota de esclarecimento sobre o piso salarial. A entidade aponta as propostas feitas por parte da prefeitura e também pelo Sindicato e afirma que para o desfecho dessa situação é necessário que o prefeito respeite a Lei municipal. 


Os profissionais da educação, do município, estão com as atividades paralisadas e cobram reajuste no piso salarial, aprovado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.  


Veja a nota completa da APLB: 


Ao longo da carreira, os profissionais em educação fizeram investimentos em formação para melhor atender os alunos, mas está claro diante dos últimos acontecimentos a não valorização desses profissionais. Por esse motivo estamos fazendo paralisações para manifestar o nosso REPÚDIO com o descaso da gestão de PTN com os profissionais que buscaram se aprimorar e melhorar sua prática docente. 


Sendo assim, para o desfecho dessa situação é necessário que o prefeito respeite a LEI municipal no tocante aos interníveis sendo:


Proposta da prefeitura 


#33,24% para o nível I que são 43 sem nível superior e quem ainda não obteve a mudança de nível;

#14% para nível II sem correção atualizada (154 professores);

#10’06% para nível III sem correção atualizada (69 professores); 

# Nenhum acordo ainda para os funcionários de apoio 

 (que estão com os salários congelados há 3 anos).

 

Proposta da APLB SINDICATO 


#Correcão inflacionária do pessoal de apoio entre 18 a 21%;

#33,24% para os 43 professores ;

# 14% para os 154 professores CORRIGIDO;

#10,06% para os 69 professores CORRIGIDO;

(Com prazos para os restantes conforme plano de carreira).

#OU 16,62% do piso nacional para toda categoria e o restante com prazo a negociar dentro do ano de 2022.


“Cada um cidadão ou organização civil luta pelos direitos que lhes assistem”.


Então senhores e senhoras não estamos lutando pelo que não existe, pelo impossível nem por ilegalidade… Não estamos sendo intransigentes nem inconsequentes, estamos abertos ao diálogo, ao acordo sem PREJUÍZO a classe trabalhadora.

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