Estado registrou saldo de quase 3,9 milhões de votos a favor do petista, que recebeu 71,31% dos votos válidos dos baianos no segundo turno
A diferença de votos obtida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) na Bahia correspondeu a aproximadamente 87,5% da vantagem nacional que assegurou a vitória do petista nas eleições presidenciais de 2026. No estado, Lula terminou o segundo turno com 3.876.497 votos a mais que o adversário, enquanto, em todo o Brasil, a diferença entre os dois candidatos foi de 4.430.191 votos.Os números evidenciam o peso do resultado baiano no saldo nacional da disputa. Considerando as votações informadas, a vantagem de Lula na Bahia representou quase nove décimos da diferença registrada em todo o país.
De acordo com a totalização dos votos divulgada pela Justiça Eleitoral, Lula recebeu 6.485.258 votos na Bahia, o equivalente a 71,31% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro, por sua vez, obteve 2.608.761 votos, correspondentes a 28,69%. A apuração foi concluída com 100% das urnas do estado contabilizadas.
No resultado nacional, Lula somou 64.256.232 votos, contra 59.826.041 de Flávio Bolsonaro. A diferença de 4,43 milhões de votos consolidou a vitória do candidato do PT, que alcançou 51,79% dos votos válidos, ante 48,21% do adversário, segundo os dados divulgados pela Justiça Eleitoral.
Bahia concentra parcela expressiva da vantagem
A comparação entre os resultados estaduais e nacionais mostra a dimensão do saldo baiano. A diferença de 3.876.497 votos registrada na Bahia equivale a cerca de 87,5% da vantagem nacional de Lula sobre Flávio Bolsonaro.
O percentual é calculado pela divisão da diferença de votos na Bahia pela diferença nacional, multiplicada por 100. Trata-se de uma comparação entre os saldos eleitorais, e não da proporção de todos os votos recebidos pelo presidente no país.
O resultado também demonstra como a margem obtida em um único estado pode ter grande peso na composição do resultado nacional. Embora a vitória presidencial seja definida pela soma dos votos de todas as unidades da Federação e do exterior, a vantagem registrada na Bahia foi próxima da diferença final entre os dois candidatos em todo o Brasil.
A comparação entre os resultados estaduais e nacionais mostra a dimensão do saldo baiano. A diferença de 3.876.497 votos registrada na Bahia equivale a cerca de 87,5% da vantagem nacional de Lula sobre Flávio Bolsonaro.
O percentual é calculado pela divisão da diferença de votos na Bahia pela diferença nacional, multiplicada por 100. Trata-se de uma comparação entre os saldos eleitorais, e não da proporção de todos os votos recebidos pelo presidente no país.
O resultado também demonstra como a margem obtida em um único estado pode ter grande peso na composição do resultado nacional. Embora a vitória presidencial seja definida pela soma dos votos de todas as unidades da Federação e do exterior, a vantagem registrada na Bahia foi próxima da diferença final entre os dois candidatos em todo o Brasil.
Lula venceu em 413 municípios baianos
Além da diferença expressiva no total de votos, Lula venceu em 413 dos 417 municípios da Bahia. Flávio Bolsonaro ficou à frente em quatro cidades: Buerarema, Itamaraju, Luís Eduardo Magalhães e Teixeira de Freitas.
Com 71,31% dos votos válidos, a Bahia registrou o segundo maior percentual de votação para Lula entre os estados brasileiros, atrás apenas do Piauí, onde o petista alcançou 75,88%.
O desempenho reforçou a ampla vantagem do candidato do PT no eleitorado baiano durante o segundo turno, em contraste com a disputa mais apertada observada no resultado nacional.
Diferença estadual se aproxima do saldo nacional
A comparação entre os números da eleição de 2026 deixa um dado central: a vantagem de Lula na Bahia ficou apenas 553.694 votos abaixo da diferença registrada em todo o país.
Em outras palavras, o saldo eleitoral baiano correspondeu a aproximadamente 87,5% da margem nacional que separou Lula de Flávio Bolsonaro. O indicador dimensiona a contribuição matemática do resultado do estado para a diferença final da disputa presidencial, sem significar que a Bahia, isoladamente, tenha determinado o resultado da eleição.

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