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| Zema defendeu a continuidade das investigações do Caso Master para que "caiam todos" os envolvidos - (crédito: ALEXANDRE GUZANSHE/EM/D.A PRESS)crédito: ALEXANDRE GUZANSHE/EM/D.A PRESS |
O Partido Novo oficializou, nesta segunda-feira (27), em convenção nacional realizada em Brasília, a candidatura do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, à Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão foi aprovada por unanimidade pelos dirigentes, parlamentares e filiados presentes no evento.
Zema, de 61 anos, governou Minas Gerais por dois mandatos consecutivos, após ser eleito em 2018 e reeleito em 2022. Empresário e formado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o agora candidato afirma que pretende ser o "primeiro presidente empreendedor da história do Brasil".
A oficialização da candidatura marca o início da pré-campanha nacional do Novo, que busca ampliar sua presença no cenário político em meio à disputa presidencial de 2026.
Entre os principais desafios da campanha está a escolha do candidato a vice-presidente, que ainda não foi definida. O partido chegou a negociar uma composição com o empresário Geraldo Rufino, mas as conversas não avançaram após o anúncio de sua pré-candidatura ao Senado por São Paulo. Nos últimos dias, Zema também confirmou que pretende conversar com o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, apontado como um possível integrante da chapa.
Nas pesquisas eleitorais divulgadas até o momento, Romeu Zema aparece com índices entre 2% e 3% das intenções de voto nos cenários estimulados de primeiro turno. O cenário eleitoral segue marcado pela polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Durante a pré-campanha, Zema tem intensificado as críticas ao governo federal, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e também ao senador Flávio Bolsonaro, descartando a possibilidade de integrar qualquer chapa como candidato a vice-presidente.

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